<a href="https://www.cese.org.br/pandemia-e-direitos-humanos-relatorio-faz-balanco-de-2020/"><strong>Pandemia e Direitos Humanos: Relatório faz balanço de 2020</strong></a>
04 de dezembro de 2020
O relatório anual da Rede Social de Justiça e Direitos Humanos traz, em 38 artigos, análises sobre direitos básicos e o papel central de movimentos sociais na defesa da saúde pública, educação, terra, alimentação, entre outros direitos econômicos, sociais, culturais e ambientais.
O lançamento do livro “Direitos Humanos no Brasil 2020” será em 7 de dezembro, às 20h15 na Rede TVT durante o Encontro Solidariedade e Direitos Humanos, organizado pela Rede Social, MhuD eTVT. Logo após o lançamento, a versão em PDF do livro estará disponível em www.social.org.br.
Esta 21ª edição do relatório é construída a partir da perspectiva dos movimentos e organizações sociais que enfrentaram as dificuldades da pandemia e agiram com esperança para construir uma sociedade mais justa. Povos indígenas, quilombolas, comunidades tradicionais rurais, comunidades nas periferias urbanas, pessoas negras, LGBTI+, mulheres, crianças e idosos, populações encarceradas e imigrantes. Além de denunciar as desigualdades e violações de direitos humanos, os artigos apresentam propostas de políticas públicas.
O livro “Direitos Humanos no Brasil” é publicado anualmente pela Rede Social de Justiça e Direitos Humanos desde 2000, em parceria com dezenas de organizações sociais de vários setores e regiões do Brasil.
LANÇAMENTO
Direitos Humanos no Brasil 2020 será lançado durante o Encontro Solidariedade e Direitos Humanos. A Rede Social de Justiça e Direitos Humanos prestará homenagens à APIB- Articulação dos Povos Indígenas do Brasil, CONAQ- Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas, FENATRAD- Federação Nacional das Trabalhadoras (es) Domésticas (os), CNTSS- Confederação Nacional dos Trabalhadores (as) em Seguridade Social-CUT; pelo trabalho fundamental desenvolvido em 2020 com povos indígenas, quilombolas, trabalhadoras e trabalhadores domésticos e do serviço social, em especial, enfermeiras e enfermeiros.
O evento Solidariedade e Direitos Humanos é realizado em parceria com MhuD e TVT e contará com a participação de Conceição Evaristo, Leonardo Boff, Elza Soares, Flávio Renegado, Marquinhos O. Cruz e de diversos artistas do Movimento Humanos Direitos, como Dira Paes, Camila Pitanga, Osmar Prado, Leonardo Vieira, Bete Mendes, Ernesto Piccolo, Cristina Pereira, entre outros.
Lançamento do livro Direitos Humanos no Brasil 2020
Quando: 07 de dezembro de 2020 às 20h15
Local: Rede TVT
Como sintonizar: www.redetv.
Rede TVT no Youtube: www.
Rede TV no Facebook: www.
Site: www.redetvt.org.br
Mais informações e agendamento de entrevistas com autores:
Assessoria de imprensa – Dani Stefano (11) 949075921 (também Whatsapp) – daniela.stefano@autistici.
Organizadora do evento – Cláudia Felippe – Tel (11) 98468-1211(também Whatsapp) – claudia@social.org.br e red
VEJA O
QUE FALAM
SOBRE NÓS
Nós, do SOS Corpo, mantemos com a CESE uma parceria de longa data. Temos objetivos muito próximos, queremos fortalecer os movimentos sociais porque acreditamos que eles são sujeitos políticos de transformação. Seguiremos juntas. Um grande salve aos 50 anos. Longa vida à CESE
Celebrar os 50 anos da CESE é reconhecer uma caminhada cristã dedicada a defesa dos direitos humanos em todas as suas dimensões, comprometida com os segmentos mais vulnerabilizados da população brasileira. E valorizar cada conquista alcançada em cada luta travada na busca da justiça, do direito e da paz. Fazer parte dessa caminhada é um privilégio e motivo de grande alegria poder mais uma vez nos regozijar: “Grande coisas fez o Senhor por nós, e por isso estamos alegres!” (Salmo 126.3)
Eu preciso de recursos para fazer a luta. Somos descendentes de grupos muito criativos, africanos e indígenas. Somos na maioria compostos por mulheres. E a formação em Mobilização de Recursos promovida pela CESE acaba nos dando autonomia, se assim compartilharmos dentro do nosso território.
A relação de cooperação entre a CESE e Movimento Pesqueiro é de longa data. O apoio político e financeiro torna possível chegarmos em várias comunidades pesqueiras no Brasil para que a gente se articule, faça formação política e nos organize enquanto movimento popular. Temos uma parceria de diálogos construtivos, compreensível, e queremos cada vez mais que a CESE caminhe junto conosco.
Parabéns à CESE pela resistência, pela forte ancestralidade, pelo fortalecimento e proteção aos povos quilombolas. Onde a política pública não chega, a CESE chega para amenizar os impactos e viabilizar a permanência das pessoas, das comunidades. Que isso seja cada vez mais potente, mais presente e que a gente encontre, junto à CESE, cada vez mais motivos para resistir e esperançar.
A gente tem uma associação do meu povo, Karipuna, na Terra Indígena Uaçá. Por muito tempo a nossa organização ficou inadimplente, sem poder atuar com nosso povo. Mas, conseguimos acessar o recurso da CESE para fortalecer organização indígena e estruturar a associação e reorganizá-la. Hoje orgulhosamente e muito emocionada digo que fazemos a Assembleia do Povo Karipuna realizada por nós indígenas, gerindo nosso próprio recurso. Atualmente temos uma diretoria toda indígena, conseguimos captar recursos e acessar outros projetos. E isso tudo só foi possível por causa da parceria com a CESE.
Minha história com a CESE poderia ser traduzida em uma palavra: COMUNHÃO! A CESE é uma Família. Repito: uma Família! Nos dois mandatos que estive como presidente da CESE pude experimentar a vivência fraterna e gostosa de uma equipe tão diversificada em saberes, experiências de fé, histórias de vida, e tão unida pela harmonia criada pelo Espírito de Deus e pelo único desejo de SERVIR aos mais pobres e vulneráveis na conquista e defesa dos seus direitos fundamentais. Louvado seja Deus pelos 50 anos de COMUNHÃO e SERVIÇO da CESE! Gratidão por tudo e para sempre!
A luta antirracista é o grande mote das nossas ações que tem um dos principais objetivos o enfrentamento ao racismo religioso e a violência, que tem sido crescente no estado do Maranhão. Por tanto, a parceria com a CESE nos proporciona a construção de estratégias políticas e de ações em redes, nos apoia na articulação com parcerias que de fato promovam incidência nas políticas públicas, proposições institucionais de enfrentamento a esse racismo religioso que tem gerado muita violência. A CESE nos desafia na superação do racismo institucional, como o grande vetor de inviabilização e da violência contra as religiões de matrizes africanas.
A CESE é a marca do ecumenismo na defesa de direitos. É serviço aos movimentos populares nas lutas por justiça. Parabéns à Diretoria e equipe da CESE pela persistência e compromisso, sempre renovado nesses cinquenta anos, de preservação da memória histórica na defesa da democracia em nosso país.
Há vários anos a CESE vem apoiando iniciativas nas comunidades quilombolas do Pará. A organização trouxe o empoderamento por meio da capacitação e formação para juventude quilombola; tem fortalecido também o empreendedorismo e agricultura familiar. Com o apoio da CESE e os cursos oferecidos na área de incidência política conseguimos realizar atividades que visibilizem o protagonismo das mulheres quilombolas. Tudo isso é muito importante para a garantia e a nossa permanência no território.