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<a href="https://www.cese.org.br/matizes-cese-e-parceirs-promovem-o-projeto-gente-e-pra-brilhar-solidariedade-no-contexto-pandemia/"><strong>Matizes, CESE e parceir@s promovem o projeto “Gente é pra Brilhar”: Solidariedade no contexto Pandemia</strong></a>
20 de agosto de 2020
O projeto “Gente é pra brilhar” está levando cesta básica e kit higiene como forma de solidariedade para pessoas LGBTI+ em situação de vulnerabilidade socioeconômica no contexto da atual pandemia.
A ação é do Grupo Matizes, apoiado pela Coordenadoria Ecumênica de Serviço (CESE), e outros parceir@s como Coletivo 086, ATRAPI e Avant garde.
Marinalva Santana, representante da organização explica a importância do apoio da CESE nesse contexto epidêmico: “Desde o mês passado, iniciamos as ações do Projeto Gente é pra brilhar, que é apoiado pela CESE. Estamos muito alegres com os resultados obtidos até agora. O recurso repassado foi fundamental para nós. Por isso, mais uma vez, agradecemos a parceria.”, e completa: “Como a demanda de LGBT+ em situação de vulnerabilidade social é alta, tivemos que buscar outros apoios para ampliar o número de beneficiários do Projeto.Este mês, conseguimos mais que dobrar a quantidade de beneficiários, graças à doação de pessoas que acreditam no trabalho do Matizes.”, afirma Marinalva.


A iniciativa nasceu como resposta à situação de extrema vulnerabilidade sanitária e socioeconômica resultante da Pandemia Covid-19 e suas implicações para precarizar ainda mais vidas de grupos já marginalizados pelo sucateamento das instáveis políticas sociais produzidas pelas estruturas estatais.
Nesse cenário, o Matizes participou de parceria com Coordenadoria Ecumênica de Serviço para concretizar o apoio de recursos necessários a cumprir objetivos previstos no projeto: mitigar efeitos da pandemia Covid-19 em pessoas LGBTI+, prestar ajuda humanitária a pessoas LGBTI+ vítimas do contexto pandêmico e realizar ações voltadas à promoção da saúde e de potencialização da prevenção do Sars-Cov-2.
No mês de julho foram atendidas 35 pessoas LGBTI+. Graças à generosidade de parceir@s e apoiador@s do Matizes houve um incremento em doações para compra de mais cestas básicas e kit de higiene, que resultou na ampliação do número de beneficiários das ações do Projeto. Um grupo de 25 defensores públicos do Piauí doou recursos para a compra de 40 cestas/Kits.



Além de LGBT+ de Teresina, o projeto tem contemplado também pessoas desse segmento que residem em Timon.
Marinalva Santana espera contar com mais solidariedade de apoiador@s para continuar comprando cestas básicas e kit higienes, ampliando o atendimento de pessoas necessitadas no atual cenário de extrema desigualdade e precarização de vidas vulnerabilizadas.
Por: Portal Cidade Verde com informações da CESE
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Minha história com a CESE poderia ser traduzida em uma palavra: COMUNHÃO! A CESE é uma Família. Repito: uma Família! Nos dois mandatos que estive como presidente da CESE pude experimentar a vivência fraterna e gostosa de uma equipe tão diversificada em saberes, experiências de fé, histórias de vida, e tão unida pela harmonia criada pelo Espírito de Deus e pelo único desejo de SERVIR aos mais pobres e vulneráveis na conquista e defesa dos seus direitos fundamentais. Louvado seja Deus pelos 50 anos de COMUNHÃO e SERVIÇO da CESE! Gratidão por tudo e para sempre!
A relação de cooperação entre a CESE e Movimento Pesqueiro é de longa data. O apoio político e financeiro torna possível chegarmos em várias comunidades pesqueiras no Brasil para que a gente se articule, faça formação política e nos organize enquanto movimento popular. Temos uma parceria de diálogos construtivos, compreensível, e queremos cada vez mais que a CESE caminhe junto conosco.
A CESE completa 50 anos de testemunho de fé ativa no amor, faz jus ao seu nome. Desde o início, se colocou em defesa dos direitos humanos, denunciou atos de violência e de tortura, participou da discussão de grandes temas nacionais, apoiou movimentos sociais de libertação. Parabéns pela atuação profética, em prol da unidade e da cidadania. Que Deus continue a fazer da CESE uma benção para muitos.
Parabéns à CESE pela resistência, pela forte ancestralidade, pelo fortalecimento e proteção aos povos quilombolas. Onde a política pública não chega, a CESE chega para amenizar os impactos e viabilizar a permanência das pessoas, das comunidades. Que isso seja cada vez mais potente, mais presente e que a gente encontre, junto à CESE, cada vez mais motivos para resistir e esperançar.
Nós, do SOS Corpo, mantemos com a CESE uma parceria de longa data. Temos objetivos muito próximos, queremos fortalecer os movimentos sociais porque acreditamos que eles são sujeitos políticos de transformação. Seguiremos juntas. Um grande salve aos 50 anos. Longa vida à CESE
Há vários anos a CESE vem apoiando iniciativas nas comunidades quilombolas do Pará. A organização trouxe o empoderamento por meio da capacitação e formação para juventude quilombola; tem fortalecido também o empreendedorismo e agricultura familiar. Com o apoio da CESE e os cursos oferecidos na área de incidência política conseguimos realizar atividades que visibilizem o protagonismo das mulheres quilombolas. Tudo isso é muito importante para a garantia e a nossa permanência no território.
Eu acho extraordinário o trabalho da CESE, porque ela inaugurou outro tipo de ecumenismo. Não é algo que as igrejas discutem entre si, falam sobre suas doutrinas e chegam a uma convergência. A CESE faz um ecumenismo de serviço que é ecumenismo de missão, para servir aos pobres, servir seus direitos.
Eu preciso de recursos para fazer a luta. Somos descendentes de grupos muito criativos, africanos e indígenas. Somos na maioria compostos por mulheres. E a formação em Mobilização de Recursos promovida pela CESE acaba nos dando autonomia, se assim compartilharmos dentro do nosso território.
A gente tem uma associação do meu povo, Karipuna, na Terra Indígena Uaçá. Por muito tempo a nossa organização ficou inadimplente, sem poder atuar com nosso povo. Mas, conseguimos acessar o recurso da CESE para fortalecer organização indígena e estruturar a associação e reorganizá-la. Hoje orgulhosamente e muito emocionada digo que fazemos a Assembleia do Povo Karipuna realizada por nós indígenas, gerindo nosso próprio recurso. Atualmente temos uma diretoria toda indígena, conseguimos captar recursos e acessar outros projetos. E isso tudo só foi possível por causa da parceria com a CESE.
A CESE não está com a gente só subsidiando, mas estimulando e fortalecendo. São cinquenta anos possibilitando que as ditas minorias gritem; intervindo realmente para que a gente transforme esse país em um lugar mais igualitário e fraterno, em que a gente possa viver como nos quilombos: comunidades circulares, que cabe todo mundo, respirando liberdade e esperança. Parabéns, CESE. Axé e luz para nós!