Lançamento do livro “Direitos Humanos no Brasil 2019”- 20ª Edição
16 de dezembro de 2019
A Rede Social de Justiça e Direitos Humanos e entidades parceiras convidam conhecer a 20ª edição do livro Direitos Humanos no Brasil no Rio de Janeiro e em São Paulo
*Dia: 16/12/2019 – Rio de Janeiro/RJ
Lançamento do Rio de Janeiro em Parceira com o MHUD- Movimento Humanos Direitos. Convite e programação anexa.
*Dia : 21/12/2019- sábado das 15:30 ás 17hs – São Paulo
Praça Benedito Calixto – Pinheiros SP- Espaço Plínio Marcos (tenda no meio da Feira de Artes, em frente a arquibancada) – Grátis
Informações: Edson Lima – 950305577
Participe e divulgue
Direitos Humanos no Brasil 2019
O relatório deste ano coincide com os 20 anos da Rede Social de Justiça e Direitos Humanos, o que nos motivou a elaborar uma edição especial.
A primeira parte é composta por cinco artigos que fazem um balanço e analisam os fatos mais importantes relacionados aos direitos humanos, questões agrárias e urbanas, trabalho e liberdade de manifestação no período de 2000 a 2019.
Já a segunda parte refere-se apenas a 2019, ano marcado por notícias que beiram o surreal. Os 23 artigos desta parte da publicação analisam ações e políticas governamentais que violam direitos civis, políticos, econômicos, sociais, culturais e ambientais.
Os 28 artigos do livro são escritos por especialistas nos temas, sejam eles integrantes de movimentos populares ou da comunidade acadêmica.
Lançamento oficial homenageia defensoras dos Direitos Humanos
O Lançamento oficial de Direitos Humanos no Brasil 2019 ocorreu no último 4 de dezembro no SESC Bom Retiro, em São Paulo. Na ocasião, três defensoras dos direitos humanos foram homenageadas: Maria Lucia Fatorelli (Auditoria Cidadã da Dívida), Ana de Souza Pinto (CPT) e Carmem Silva (MSTC).
Acesse aqui as fotos do evento: https://www.facebook.com/pg/
*** O livro está disponível para download em : https://www.social.org.br/
Mais Informações:
Rede Social de Justiça e Direitos Humanos
(11) 3271-1237-3271-4878- E-mail: rede@social.org.br/
Site: www.social.org.br – https://www.facebook.com/
VEJA O
QUE FALAM
SOBRE NÓS
A gente tem uma associação do meu povo, Karipuna, na Terra Indígena Uaçá. Por muito tempo a nossa organização ficou inadimplente, sem poder atuar com nosso povo. Mas, conseguimos acessar o recurso da CESE para fortalecer organização indígena e estruturar a associação e reorganizá-la. Hoje orgulhosamente e muito emocionada digo que fazemos a Assembleia do Povo Karipuna realizada por nós indígenas, gerindo nosso próprio recurso. Atualmente temos uma diretoria toda indígena, conseguimos captar recursos e acessar outros projetos. E isso tudo só foi possível por causa da parceria com a CESE.
A relação de cooperação entre a CESE e Movimento Pesqueiro é de longa data. O apoio político e financeiro torna possível chegarmos em várias comunidades pesqueiras no Brasil para que a gente se articule, faça formação política e nos organize enquanto movimento popular. Temos uma parceria de diálogos construtivos, compreensível, e queremos cada vez mais que a CESE caminhe junto conosco.
A família CESE também faz parte do movimento indígena. Compartilhamos das mesmas dores e alegrias, mas principalmente de uma mesma missão. É por um causa que estamos aqui. Fico muito feliz de poder compartilhar dessa emoção de conhecer essa equipe. Que venham mais 50 anos, mais pessoas comprometidas com esse espírito de igualdade, amor e fraternidade.
A CESE não está com a gente só subsidiando, mas estimulando e fortalecendo. São cinquenta anos possibilitando que as ditas minorias gritem; intervindo realmente para que a gente transforme esse país em um lugar mais igualitário e fraterno, em que a gente possa viver como nos quilombos: comunidades circulares, que cabe todo mundo, respirando liberdade e esperança. Parabéns, CESE. Axé e luz para nós!
A CESE foi criada no ano mais violento da Ditadura Militar, quando se institucionalizou a tortura, se intensificaram as prisões arbitrárias, os assassinatos e os desaparecimentos de presos políticos. As igrejas tiveram a coragem de se reunir e criar uma instituição que pudesse ser um testemunho vivo da fé cristã no serviço ao povo brasileiro. Fico muito feliz que a CESE chegue aos 50 anos aperfeiçoando a sua maturidade.
Conheço a CESE desde 1990, através da Federação de Órgãos para Assistência Social (FASE) no apoio a grupos de juventude e de mulheres. Nesse sentido, foi uma organização absolutamente importante. E hoje, na função de diretor do Programa País da Heks no Brasil, poder apoiar os projetos da CESE é uma satisfação muito grande e um investimento que tenho certeza que é um dos melhores.
Comecei a aproximação com a organização pelo interesse em aprender com fundo de pequenos projetos. Sempre tivemos na CESE uma referência importante de uma instituição que estava à frente, na vanguarda, fazendo esse tipo de apoio com os grupos, desde antes de outras iniciativas existirem. E depois tive oportunidade de participar de outras ações para discutir o cenário político e também sobre as prioridades no campo socioambiental. Sempre foi uma troca muito forte.
Há muito a celebrar e agradecer! Nestes anos todos, a CESE tem sido uma parceira importantíssima dos movimentos e organizações populares e pastorais sociais. Em muitos casos, o seu apoio foi e é decisivo para a luta, para a vitória da vida. Faz as exigências necessárias para os projetos, mas não as burocratiza nem as excede. O espírito solidário e acolhedor de seus agentes e funcionários faz a diferença. O testemunho de verdadeiro ecumenismo é uma das suas marcas mais relevantes! Parabéns a todos e todas que fazem a CESE! Vida longa!
A relação de cooperação entre a CESE e Movimento Pesqueiro é de longa data. O apoio político e financeiro torna possível chegarmos em várias comunidades pesqueiras no Brasil para que a gente se articule, faça formação política e nos organize enquanto movimento popular. Temos uma parceria de diálogos construtivos, compreensível, e queremos cada vez mais que a CESE caminhe junto conosco.
Parabéns à CESE pela resistência, pela forte ancestralidade, pelo fortalecimento e proteção aos povos quilombolas. Onde a política pública não chega, a CESE chega para amenizar os impactos e viabilizar a permanência das pessoas, das comunidades. Que isso seja cada vez mais potente, mais presente e que a gente encontre, junto à CESE, cada vez mais motivos para resistir e esperançar.