Atos Confirmados para 31 de Janeiro – Articulação dos Povos Indígenas do Brasil
20 de janeiro de 2019
ATOS CONFIRMADOS PARA 31/01
ARTICULAÇÃO DOS POVOS INDÍGENAS DO BRASIL #APIB #JANEIROVERMELHO
1. AMAMBAÍ (MS): Aldeia Amambaí, Casa de Reza do Panduí- 8h.
2. CAMPO GRANDE (MS): Praça Ary Coelho- 16h.
3. AQUIDAUANA (MS): Concha acústica da praça dos estudantes, 18h.
4. BELÉM- PA
Concentração no Bar do Parque- 17h.
5. BELO HORIZONTE- MG
Praça 7- 18h30.
6. FORTALEZA- CE
Praça Luiza Távora- das 8h às 12h.
7. RIO BRANCO- AC
ALEAC- 17h
Casa dos Povos Indígenas- 14h.
8. RIO DE JANEIRO- RJ
Escadaria da ALERJ- 14h.
9. SÃO PAULO-SP
MASP- 16H.
10. CAMPINAS-SP
Estação Cultural- Praça Marechal Floriano Peixoto- 17h.
11. CUIABÁ- MT
Praça Ulisses Guimarães- 8h.
12. MACAPÁ- AP
Hall da UEAP- 16h.
13. Santa Inês (MA): Praça da Rodoviária- das 8h às 9h.
14. São Luís (MA): Avenida Santos Dumont, em frente ao INCRA- 8h.
15. Curitiba (PR): Praça Santos Andrade- 10h. Ministério Público: Rua marechal Hermes,751 (Centro Cívico- Auditório).
16. PORTO VELHO- RO
Em frente ao CPA/Av. Farquar- 9h.
17. BRASÍLIA-DF
Praça Zumbi dos Palmares- CONIC- 16h30.
18. SANTA MARIA- RS
Praça Saldanha Marinho- 16h.
19. ARARAQUARA-SP
Praça das Bandeiras- 18h
20. Goiânia – GO
Praça Cívica, 14h.
21. Parati – RJ
Rodoviária, as 16:30hs.
22. Xingu – MT
Kisêdje, terra indígena Wawí.
23. Tupiniquim – ES
Terra Indígena Tupiniquim, Aracruz
24. Munduruku – PA
Aldeia Sawré Muybi – Itaituba (PA)
NO EXTERIOR
25. DUBLIN- IRLANDA
26. ZURIQUE- SUÍÇA
Consulado brasileiro – 16h
27. MONTREAL- CANADÁ
Consulado do Brasil- 9h30
28. WASHINGTON- DC (EUA)
Consulado Brasileiro- 15h
29. LONDRES – Inglaterra
Embaixada do Brasil- 9h
30. BEVERLLY HILLS – Los Angeles
Consulado do Brasil- 10h
31. Lisboa – Portugal: Praça Luís de Camões- 14h
32. Porto – Portugal: Praça da Liberdade- 14h
33. Coimbra – Portugal: Ateneu de Coimbra- 20h
VEJA O
QUE FALAM
SOBRE NÓS
Nós, do SOS Corpo, mantemos com a CESE uma parceria de longa data. Temos objetivos muito próximos, queremos fortalecer os movimentos sociais porque acreditamos que eles são sujeitos políticos de transformação. Seguiremos juntas. Um grande salve aos 50 anos. Longa vida à CESE
A gente tem uma associação do meu povo, Karipuna, na Terra Indígena Uaçá. Por muito tempo a nossa organização ficou inadimplente, sem poder atuar com nosso povo. Mas, conseguimos acessar o recurso da CESE para fortalecer organização indígena e estruturar a associação e reorganizá-la. Hoje orgulhosamente e muito emocionada digo que fazemos a Assembleia do Povo Karipuna realizada por nós indígenas, gerindo nosso próprio recurso. Atualmente temos uma diretoria toda indígena, conseguimos captar recursos e acessar outros projetos. E isso tudo só foi possível por causa da parceria com a CESE.
Conheço a CESE desde 1990, através da Federação de Órgãos para Assistência Social (FASE) no apoio a grupos de juventude e de mulheres. Nesse sentido, foi uma organização absolutamente importante. E hoje, na função de diretor do Programa País da Heks no Brasil, poder apoiar os projetos da CESE é uma satisfação muito grande e um investimento que tenho certeza que é um dos melhores.
Há vários anos a CESE vem apoiando iniciativas nas comunidades quilombolas do Pará. A organização trouxe o empoderamento por meio da capacitação e formação para juventude quilombola; tem fortalecido também o empreendedorismo e agricultura familiar. Com o apoio da CESE e os cursos oferecidos na área de incidência política conseguimos realizar atividades que visibilizem o protagonismo das mulheres quilombolas. Tudo isso é muito importante para a garantia e a nossa permanência no território.
A relação de cooperação entre a CESE e Movimento Pesqueiro é de longa data. O apoio político e financeiro torna possível chegarmos em várias comunidades pesqueiras no Brasil para que a gente se articule, faça formação política e nos organize enquanto movimento popular. Temos uma parceria de diálogos construtivos, compreensível, e queremos cada vez mais que a CESE caminhe junto conosco.
A CESE foi criada no ano mais violento da Ditadura Militar, quando se institucionalizou a tortura, se intensificaram as prisões arbitrárias, os assassinatos e os desaparecimentos de presos políticos. As igrejas tiveram a coragem de se reunir e criar uma instituição que pudesse ser um testemunho vivo da fé cristã no serviço ao povo brasileiro. Fico muito feliz que a CESE chegue aos 50 anos aperfeiçoando a sua maturidade.
Viva os 50 anos da CESE. Viva o ecumenismo que a organização traz para frente e esse diálogo intereclesial. É um momento muito especial porque a CESE defende direitos e traz o sujeito para maior visibilidade.
Eu acho extraordinário o trabalho da CESE, porque ela inaugurou outro tipo de ecumenismo. Não é algo que as igrejas discutem entre si, falam sobre suas doutrinas e chegam a uma convergência. A CESE faz um ecumenismo de serviço que é ecumenismo de missão, para servir aos pobres, servir seus direitos.
Ao longo desses 50 anos, fomos presenteadas pela presença da CESE em nossas comunidades. Nós somos testemunhas do quanto ela tem de companheirismo e solidariedade investidos em nossos territórios. E isso tem sido fundamental para que continuemos em luta e em defesa do nosso povo.
A relação de cooperação entre a CESE e Movimento Pesqueiro é de longa data. O apoio político e financeiro torna possível chegarmos em várias comunidades pesqueiras no Brasil para que a gente se articule, faça formação política e nos organize enquanto movimento popular. Temos uma parceria de diálogos construtivos, compreensível, e queremos cada vez mais que a CESE caminhe junto conosco.