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Adiamento do resultado do edital “Povos do Cerrado no Enfrentamento às Mudanças Climáticas”
15 de agosto de 2022
O resultado do Edital de apoio a projetos “Povos do Cerrado no Enfrentamento às Mudanças Climáticas” tem nova data de divulgação: 30 de agosto de 2022. A alteração se deve ao volume de propostas recebidas.
A iniciativa tem como finalidade contribuir com povos indígenas, comunidades tradicionais, mulheres, juventude e suas organizações nos seus processos de defesa dos direitos territoriais e de fortalecimento de sistemas alimentares, além de fortalecer empreendimentos produtivos qualificando sua gestão e ampliando a produção, beneficiamento e venda de produtos da economia popular.
A relação das organizações selecionadas será divulgada no site da CESE, e nas redes sociais: Facebook (www.facebook.com/cese1973) e Instagram (www.instagram.com/cesedireitos). Posteriormente a organização fará contato via e-mail e/ou telefone.
Não será feita comunicação aos projetos que não forem selecionados.
Sobre o edital
Os projetos fomentarão, especificamente, o fortalecimento dos sistemas agroalimentares e defesa de direitos territoriais no Matopiba com organizações no nível local, estadual ou regional priorizando e potencializando a autonomia das comunidades e povos e o protagonismo das mulheres e jovens.
As ações apoiadas podem ser no campo da produção e comercialização, e as de defesa de direitos no campo da comunicação, formação, produção de conhecimento, mobilização e/ou incidência.
O apoio financeiro será de até 30 mil reais e devem atender aos objetivos do edital e os critérios do processo seletivo. Os projetos deverão ser executados no ano de 2022 e com duração máxima de até três meses.
O resultado final da seleção será divulgado no dia 30 de agosto de 2022
Mais informações sobre esse edital clique aqui.
VEJA O
QUE FALAM
SOBRE NÓS
A relação de cooperação entre a CESE e Movimento Pesqueiro é de longa data. O apoio político e financeiro torna possível chegarmos em várias comunidades pesqueiras no Brasil para que a gente se articule, faça formação política e nos organize enquanto movimento popular. Temos uma parceria de diálogos construtivos, compreensível, e queremos cada vez mais que a CESE caminhe junto conosco.
Eu acho extraordinário o trabalho da CESE, porque ela inaugurou outro tipo de ecumenismo. Não é algo que as igrejas discutem entre si, falam sobre suas doutrinas e chegam a uma convergência. A CESE faz um ecumenismo de serviço que é ecumenismo de missão, para servir aos pobres, servir seus direitos.
A CESE é a marca do ecumenismo na defesa de direitos. É serviço aos movimentos populares nas lutas por justiça. Parabéns à Diretoria e equipe da CESE pela persistência e compromisso, sempre renovado nesses cinquenta anos, de preservação da memória histórica na defesa da democracia em nosso país.
Quero muito agradecer pela parceria, pelo seu histórico de luta com os povos indígenas. Durante todo o tempo que fui coordenadora executiva da APIB e representante da COIAB e da Amazônia brasileira, nós tivemos o apoio da CESE para realizar nossas manifestações, nosso Acampamento Terra Livre, para as assembleias locais e regionais. Tudo isso foi muito importante para fortalecer o nosso protagonismo e movimento indígena do Brasil. Deixo meus parabéns pelos 50 anos e seguimos em luta.
Há vários anos a CESE vem apoiando iniciativas nas comunidades quilombolas do Pará. A organização trouxe o empoderamento por meio da capacitação e formação para juventude quilombola; tem fortalecido também o empreendedorismo e agricultura familiar. Com o apoio da CESE e os cursos oferecidos na área de incidência política conseguimos realizar atividades que visibilizem o protagonismo das mulheres quilombolas. Tudo isso é muito importante para a garantia e a nossa permanência no território.
A CESE não está com a gente só subsidiando, mas estimulando e fortalecendo. São cinquenta anos possibilitando que as ditas minorias gritem; intervindo realmente para que a gente transforme esse país em um lugar mais igualitário e fraterno, em que a gente possa viver como nos quilombos: comunidades circulares, que cabe todo mundo, respirando liberdade e esperança. Parabéns, CESE. Axé e luz para nós!
Conheço a CESE desde 1990, através da Federação de Órgãos para Assistência Social (FASE) no apoio a grupos de juventude e de mulheres. Nesse sentido, foi uma organização absolutamente importante. E hoje, na função de diretor do Programa País da Heks no Brasil, poder apoiar os projetos da CESE é uma satisfação muito grande e um investimento que tenho certeza que é um dos melhores.
A CESE completa 50 anos de testemunho de fé ativa no amor, faz jus ao seu nome. Desde o início, se colocou em defesa dos direitos humanos, denunciou atos de violência e de tortura, participou da discussão de grandes temas nacionais, apoiou movimentos sociais de libertação. Parabéns pela atuação profética, em prol da unidade e da cidadania. Que Deus continue a fazer da CESE uma benção para muitos.
“Sou a presidente aqui da Comunidade Quilombola Menino Jesus e é um prazer, uma honra, receber o pessoal das igrejas que fazem parte da CESE. A gente sempre gosta de receber pessoas, tanto daqui de perto quanto de longe, e com vocês não foi diferente. Sempre procuramos dar o nosso melhor para acolher quem chega e para mostrar um pouco da nossa comunidade e da nossa luta. Falar do nosso quilombo é motivo de muito orgulho para nós. Temos orgulho de ser quilombolas, da nossa história e da nossa identidade”
A relação de cooperação entre a CESE e Movimento Pesqueiro é de longa data. O apoio político e financeiro torna possível chegarmos em várias comunidades pesqueiras no Brasil para que a gente se articule, faça formação política e nos organize enquanto movimento popular. Temos uma parceria de diálogos construtivos, compreensível, e queremos cada vez mais que a CESE caminhe junto conosco.