<a href="https://www.cese.org.br/1-de-dezembro-o-dia-de-doar-e-agora/"><strong>1 de dezembro: O Dia de Doar é Agora!</strong></a>
01 de dezembro de 2020

Todo ano, na primeira terça-feira de dezembro, acontece o Dia de Doar. A campanha é realizada pelo Movimento por uma Cultura de Doação, formado por organizações e indivíduos que promovem o engajamento das pessoas com as causas e as organizações da sociedade civil, partindo da doação como instrumento para fortalecer a democracia. Este ano, as ações começaram ainda em 5 maio, com o ‘’Dia de Doar Agora’’, uma edição especial que promoveu o apoio solidário em resposta aos impactos da Covid-19.
Desde o início da pandemia, a CESE ressaltou a importância da solidariedade e manteve o pedido de apoio para ajudar movimentos e organizações populares que sofrem as consequências da pandemia de forma mais acentuada, seja pela ausência de políticas públicas que assegurem direitos essenciais, como saneamento básico, moradia, acesso à saúde e alimentação e renda emergencial, seja pelo agravamento das violências, com destaque às mulheres confinadas com seus agressores e pelo descaso com quilombolas e indígenas. Nosso site possui uma página (https://cese.org.br/solidariedadeaosmovimentos/ com vários grupos que pedem apoio para sobrevivência e resistência: indígenas, quilombolas, mulheres negras, famílias em situação de rua, agricultores e agricultoras, catadores e catadoras de lixo, pescadoras, marisqueiras, costureiras e juventudes de periferia que, sem acesso a direitos fundamentais e sem renda, muitas vezes ficam sem condições de manter o isolamento social.
Como contribuir para o Programa de Pequenos Projetos
Você também pode fortalecer os movimentos sociais através do Programa de Pequenos Projetos da CESE! O programa, durante a pandemia do coronavírus, já beneficiou mais de 25.000 pessoas, nas 5 regiões do país. A CESE possui um canal de doação em nosso site para você doar: https://cese.org.br/apoie-a-cese/doeagora/
O Dia de Doar é agora! Uma oportunidade de unir esforços para atender as ações emergenciais dos movimentos sociais. Esse trabalho não pode parar. Junt@s podemos ajudar milhares de brasileiros/as a enfrentar essa pandemia!
#DiadeDoarAgora #AjudeaResistência #Solidariedade
VEJA O
QUE FALAM
SOBRE NÓS
Eu acho extraordinário o trabalho da CESE, porque ela inaugurou outro tipo de ecumenismo. Não é algo que as igrejas discutem entre si, falam sobre suas doutrinas e chegam a uma convergência. A CESE faz um ecumenismo de serviço que é ecumenismo de missão, para servir aos pobres, servir seus direitos.
A CESE não está com a gente só subsidiando, mas estimulando e fortalecendo. São cinquenta anos possibilitando que as ditas minorias gritem; intervindo realmente para que a gente transforme esse país em um lugar mais igualitário e fraterno, em que a gente possa viver como nos quilombos: comunidades circulares, que cabe todo mundo, respirando liberdade e esperança. Parabéns, CESE. Axé e luz para nós!
A relação de cooperação entre a CESE e Movimento Pesqueiro é de longa data. O apoio político e financeiro torna possível chegarmos em várias comunidades pesqueiras no Brasil para que a gente se articule, faça formação política e nos organize enquanto movimento popular. Temos uma parceria de diálogos construtivos, compreensível, e queremos cada vez mais que a CESE caminhe junto conosco.
A CESE é a marca do ecumenismo na defesa de direitos. É serviço aos movimentos populares nas lutas por justiça. Parabéns à Diretoria e equipe da CESE pela persistência e compromisso, sempre renovado nesses cinquenta anos, de preservação da memória histórica na defesa da democracia em nosso país.
Somos herdeiras do legado histórico de uma organização que há 50 anos dá testemunho de uma fé comprometida com o ecumenismo e a diaconia profética. Levar adiante esta missão é compromisso que assumimos com muita responsabilidade e consciência, pois vivemos em um país onde o mutirão pela justiça, pela paz e integridade da criação ainda é uma tarefa a se realizar.
A luta antirracista é o grande mote das nossas ações que tem um dos principais objetivos o enfrentamento ao racismo religioso e a violência, que tem sido crescente no estado do Maranhão. Por tanto, a parceria com a CESE nos proporciona a construção de estratégias políticas e de ações em redes, nos apoia na articulação com parcerias que de fato promovam incidência nas políticas públicas, proposições institucionais de enfrentamento a esse racismo religioso que tem gerado muita violência. A CESE nos desafia na superação do racismo institucional, como o grande vetor de inviabilização e da violência contra as religiões de matrizes africanas.
A relação de cooperação entre a CESE e Movimento Pesqueiro é de longa data. O apoio político e financeiro torna possível chegarmos em várias comunidades pesqueiras no Brasil para que a gente se articule, faça formação política e nos organize enquanto movimento popular. Temos uma parceria de diálogos construtivos, compreensível, e queremos cada vez mais que a CESE caminhe junto conosco.
Parabéns à CESE pela resistência, pela forte ancestralidade, pelo fortalecimento e proteção aos povos quilombolas. Onde a política pública não chega, a CESE chega para amenizar os impactos e viabilizar a permanência das pessoas, das comunidades. Que isso seja cada vez mais potente, mais presente e que a gente encontre, junto à CESE, cada vez mais motivos para resistir e esperançar.
A família CESE também faz parte do movimento indígena. Compartilhamos das mesmas dores e alegrias, mas principalmente de uma mesma missão. É por um causa que estamos aqui. Fico muito feliz de poder compartilhar dessa emoção de conhecer essa equipe. Que venham mais 50 anos, mais pessoas comprometidas com esse espírito de igualdade, amor e fraternidade.
Há vários anos a CESE vem apoiando iniciativas nas comunidades quilombolas do Pará. A organização trouxe o empoderamento por meio da capacitação e formação para juventude quilombola; tem fortalecido também o empreendedorismo e agricultura familiar. Com o apoio da CESE e os cursos oferecidos na área de incidência política conseguimos realizar atividades que visibilizem o protagonismo das mulheres quilombolas. Tudo isso é muito importante para a garantia e a nossa permanência no território.