- Home
- Notícias
- Ouça o terceiro episódio de Território Vivo: “Marco Temporal e a lógica capitalista: Os desafios dos povos indígenas do Cerrado”
Ouça o terceiro episódio de Território Vivo: “Marco Temporal e a lógica capitalista: Os desafios dos povos indígenas do Cerrado”
03 de julho de 2023

Está no ar o terceiro e penúltimo episódio da série especial “Território vivo: o combate às mudanças climáticas no Cerrado”. Esta é uma parceria do Guilhotina com a CESE, e apoio técnico da Rádio Tertúlia.
Desde o início da colonização, os povos indígenas resistiram a diferentes formas de violência, que sempre buscaram retirá-los de seus territórios de origem. Neste episódio, vamos falar sobre essas populações do Cerrado e os desafios que enfrentam para se manter no território e resistir a iniciativas como o Marco Temporal (Projeto de Lei 490).
Ouça o episódio no site do Le Monde Diplomatique Brasil ou em seu tocador de podcasts favorito.
Neste especial abordamos o combate às mudanças climáticas sob a perspectiva dos direitos territoriais dos povos e comunidades do Cerrado, principalmente as que estão inseridas na região do Matopiba, que abrange Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia. São quatro episódios quinzenais que mostram como os modos de vida de diferentes comunidades contribuem para a regulação do clima e a conservação do bioma.
A identidade visual de “Território vivo: o combate às mudanças climáticas no Cerrado” foi criada pelo Coletivo Trama. Para a construção da arte deste episódio, foram utilizadas fotografias cedidas por Antônio Veríssimo, do povo Apinajé, e Adevair Terena. Também contamos com apoio da Campanha Nacional em Defesa do Cerrado. Agradecemos a contribuição de todos e todas.
Ficha técnica
Apresentação e roteiro: Bianca Pyl e Luís Brasilino
Apoio de produção: Tarcilo Santana e Olga Matos
Edição: Beatriz Pasqualino
Sonorização: André Paroche
Suporte executivo: Raíssa Lazarini
VEJA O
QUE FALAM
SOBRE NÓS
Somos herdeiras do legado histórico de uma organização que há 50 anos dá testemunho de uma fé comprometida com o ecumenismo e a diaconia profética. Levar adiante esta missão é compromisso que assumimos com muita responsabilidade e consciência, pois vivemos em um país onde o mutirão pela justiça, pela paz e integridade da criação ainda é uma tarefa a se realizar.
Minha história com a CESE poderia ser traduzida em uma palavra: COMUNHÃO! A CESE é uma Família. Repito: uma Família! Nos dois mandatos que estive como presidente da CESE pude experimentar a vivência fraterna e gostosa de uma equipe tão diversificada em saberes, experiências de fé, histórias de vida, e tão unida pela harmonia criada pelo Espírito de Deus e pelo único desejo de SERVIR aos mais pobres e vulneráveis na conquista e defesa dos seus direitos fundamentais. Louvado seja Deus pelos 50 anos de COMUNHÃO e SERVIÇO da CESE! Gratidão por tudo e para sempre!
Quero muito agradecer pela parceria, pelo seu histórico de luta com os povos indígenas. Durante todo o tempo que fui coordenadora executiva da APIB e representante da COIAB e da Amazônia brasileira, nós tivemos o apoio da CESE para realizar nossas manifestações, nosso Acampamento Terra Livre, para as assembleias locais e regionais. Tudo isso foi muito importante para fortalecer o nosso protagonismo e movimento indígena do Brasil. Deixo meus parabéns pelos 50 anos e seguimos em luta.
Conheço a CESE desde 1990, através da Federação de Órgãos para Assistência Social (FASE) no apoio a grupos de juventude e de mulheres. Nesse sentido, foi uma organização absolutamente importante. E hoje, na função de diretor do Programa País da Heks no Brasil, poder apoiar os projetos da CESE é uma satisfação muito grande e um investimento que tenho certeza que é um dos melhores.
A relação de cooperação entre a CESE e Movimento Pesqueiro é de longa data. O apoio político e financeiro torna possível chegarmos em várias comunidades pesqueiras no Brasil para que a gente se articule, faça formação política e nos organize enquanto movimento popular. Temos uma parceria de diálogos construtivos, compreensível, e queremos cada vez mais que a CESE caminhe junto conosco.
A família CESE também faz parte do movimento indígena. Compartilhamos das mesmas dores e alegrias, mas principalmente de uma mesma missão. É por um causa que estamos aqui. Fico muito feliz de poder compartilhar dessa emoção de conhecer essa equipe. Que venham mais 50 anos, mais pessoas comprometidas com esse espírito de igualdade, amor e fraternidade.
A relação de cooperação entre a CESE e Movimento Pesqueiro é de longa data. O apoio político e financeiro torna possível chegarmos em várias comunidades pesqueiras no Brasil para que a gente se articule, faça formação política e nos organize enquanto movimento popular. Temos uma parceria de diálogos construtivos, compreensível, e queremos cada vez mais que a CESE caminhe junto conosco.
Há muito a celebrar e agradecer! Nestes anos todos, a CESE tem sido uma parceira importantíssima dos movimentos e organizações populares e pastorais sociais. Em muitos casos, o seu apoio foi e é decisivo para a luta, para a vitória da vida. Faz as exigências necessárias para os projetos, mas não as burocratiza nem as excede. O espírito solidário e acolhedor de seus agentes e funcionários faz a diferença. O testemunho de verdadeiro ecumenismo é uma das suas marcas mais relevantes! Parabéns a todos e todas que fazem a CESE! Vida longa!
A CESE é a marca do ecumenismo na defesa de direitos. É serviço aos movimentos populares nas lutas por justiça. Parabéns à Diretoria e equipe da CESE pela persistência e compromisso, sempre renovado nesses cinquenta anos, de preservação da memória histórica na defesa da democracia em nosso país.
Eu acho extraordinário o trabalho da CESE, porque ela inaugurou outro tipo de ecumenismo. Não é algo que as igrejas discutem entre si, falam sobre suas doutrinas e chegam a uma convergência. A CESE faz um ecumenismo de serviço que é ecumenismo de missão, para servir aos pobres, servir seus direitos.