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EDITAIS CESE
Participe ou acompanhe a seleção de projetos da CESE: apoio a iniciativas populares, fortalecimento de territórios e defesa de direitos
CESE E COIAB lançam 2º Edital para fortalecer a Gestão Territorial e Ambiental das Terras Indígenas da Amazônia Legal
Saiu o resultado do 2º edital do Projeto Dabucury
A Coordenadoria Ecumênica de Serviço (CESE) e a Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (Coiab), com o apoio do Fundo Amazônia (FAM/BNDES), divulgaram os projetos selecionados no 2º Edital Dabucury: Gestão Territorial e Ambiental na Amazônia Indígena. A iniciativa tem como objetivo apoiar até 30 projetos de organizações indígenas voltados à implementação de Planos de Gestão Territorial e Ambiental de Terra Indígenas (PGTAs) e à elaboração, conclusão ou atualização de Instrumentos de Gestão Ambiental em Terras Indígenas (IGATIs), alinhados com a Política Nacional de Gestão Territorial e Ambiental de Terras Indígenas (PNGATI).
Prêmio Zanetti de Direitos Humanos” para organizações populares de todo o país
Inspirada no amoroso revolucionário, colega de equipe da CESE, e militante histórico na luta por direitos no Brasil, José Carlos Zanetti (1946 -2022), a Coordenadoria Ecumênica de Serviço comunica o lançamento do edital “Prêmio Zanetti de Direitos Humanos”. A finalidade do edital é destacar o compromisso da organização com a garantia dos direitos humanos para todas as pessoas e dar visibilidade a experiências relevantes na defesa de direitos.
Dabucury: Compartilhando experiências e fortalecendo a gestão etnoambiental das terras indígenas da Amazônia
CESE e COIAB lançam edital para apoiar iniciativas indígenas de gestão territorial e ambiental na Amazônia Legal.
Apoio para participação na III Marcha das Mulheres Indígenas
Chamada Pública de Pequenos Projetos, apoio para participação na III Marcha das Mulheres Indígenas, no âmbito da iniciativa Patak Maymu: Autonomia e participação das mulheres indígenas da Amazônia e do Cerrado na defesa de seus direitos. A iniciativa busca fortalecer o
protagonismo de mulheres indígenas e suas organizações, e contempla uma ampla diversidade de povos indígenas e contextos vivenciados.
Amazônia de Todas as Lutas: Direitos e Espiritualidades para o Bem Viver
Edital para apoiar ações contra os fundamentalismos e pela defesa de direitos na Amazônia Legal: “Amazônia de Todas as Lutas: Direitos e Espiritualidades para o Bem Viver.” A iniciativa foi destinada a povos indígenas, comunidades tradicionais (especialmente quilombolas), igrejas e organismos ecumênicos, grupos inter-religiosos e de matriz africana dos nove estados que compõem a Amazônia brasileira: Acre, Amazonas, Amapá, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins.
Povos do Cerrado enfrentando as Mudanças Climáticas: Direitos Territoriais e Sistemas Alimentares
Edital de apoio a projetos “Povos do Cerrado enfrentando as Mudanças Climáticas: Direitos Territoriais e Sistemas Alimentares”. A iniciativa buscou contribuir com povos indígenas, comunidades tradicionais, extrativistas, ribeirinhas, camponesas, quilombolas, mulheres, juventudes, entre outros, nos seus processos de defesa dos direitos territoriais e de fortalecimento de sistemas alimentares, no âmbito do Cerrado dos estados do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia (MATOPIBA).
Juventudes e Direitos Digitais
Edital de apoio a projetos “Juventudes e Direitos Digitais”. A iniciativa visou fortalecer o protagonismo da juventude e suas organizações nos processos de participação social e política, tendo como foco os diretos digitais, e foi destinada a associações, movimentos sociais, redes e articulações, grupos de base comunitária, coletivos, grupos informais, organizações baseadas na fé (igrejas, terreiros, etc) e entre outros, com prioridade para organizações populares de juventude ou que apresentem histórico de atuação nesse segmento.
PROGRAMA
DE PEQUENOS
PROJETOS
Nosso Programa de Pequenos Projetos, ao longo de décadas, tem fortalecido iniciativas populares em todo o Brasil.
VEJA O
QUE FALAM
SOBRE NÓS
Parabéns à CESE pela resistência, pela forte ancestralidade, pelo fortalecimento e proteção aos povos quilombolas. Onde a política pública não chega, a CESE chega para amenizar os impactos e viabilizar a permanência das pessoas, das comunidades. Que isso seja cada vez mais potente, mais presente e que a gente encontre, junto à CESE, cada vez mais motivos para resistir e esperançar.
Ao longo desses 50 anos, fomos presenteadas pela presença da CESE em nossas comunidades. Nós somos testemunhas do quanto ela tem de companheirismo e solidariedade investidos em nossos territórios. E isso tem sido fundamental para que continuemos em luta e em defesa do nosso povo.
Há vários anos a CESE vem apoiando iniciativas nas comunidades quilombolas do Pará. A organização trouxe o empoderamento por meio da capacitação e formação para juventude quilombola; tem fortalecido também o empreendedorismo e agricultura familiar. Com o apoio da CESE e os cursos oferecidos na área de incidência política conseguimos realizar atividades que visibilizem o protagonismo das mulheres quilombolas. Tudo isso é muito importante para a garantia e a nossa permanência no território.
Celebrar os 50 anos da CESE é reconhecer uma caminhada cristã dedicada a defesa dos direitos humanos em todas as suas dimensões, comprometida com os segmentos mais vulnerabilizados da população brasileira. E valorizar cada conquista alcançada em cada luta travada na busca da justiça, do direito e da paz. Fazer parte dessa caminhada é um privilégio e motivo de grande alegria poder mais uma vez nos regozijar: “Grande coisas fez o Senhor por nós, e por isso estamos alegres!” (Salmo 126.3)
Nós, do SOS Corpo, mantemos com a CESE uma parceria de longa data. Temos objetivos muito próximos, queremos fortalecer os movimentos sociais porque acreditamos que eles são sujeitos políticos de transformação. Seguiremos juntas. Um grande salve aos 50 anos. Longa vida à CESE
A CESE não está com a gente só subsidiando, mas estimulando e fortalecendo. São cinquenta anos possibilitando que as ditas minorias gritem; intervindo realmente para que a gente transforme esse país em um lugar mais igualitário e fraterno, em que a gente possa viver como nos quilombos: comunidades circulares, que cabe todo mundo, respirando liberdade e esperança. Parabéns, CESE. Axé e luz para nós!
Conheço a CESE desde 1990, através da Federação de Órgãos para Assistência Social (FASE) no apoio a grupos de juventude e de mulheres. Nesse sentido, foi uma organização absolutamente importante. E hoje, na função de diretor do Programa País da Heks no Brasil, poder apoiar os projetos da CESE é uma satisfação muito grande e um investimento que tenho certeza que é um dos melhores.
A família CESE também faz parte do movimento indígena. Compartilhamos das mesmas dores e alegrias, mas principalmente de uma mesma missão. É por um causa que estamos aqui. Fico muito feliz de poder compartilhar dessa emoção de conhecer essa equipe. Que venham mais 50 anos, mais pessoas comprometidas com esse espírito de igualdade, amor e fraternidade.
Eu preciso de recursos para fazer a luta. Somos descendentes de grupos muito criativos, africanos e indígenas. Somos na maioria compostos por mulheres. E a formação em Mobilização de Recursos promovida pela CESE acaba nos dando autonomia, se assim compartilharmos dentro do nosso território.
Viva os 50 anos da CESE. Viva o ecumenismo que a organização traz para frente e esse diálogo intereclesial. É um momento muito especial porque a CESE defende direitos e traz o sujeito para maior visibilidade.