Conheça as publicações temáticas da CESE
16 de fevereiro de 2024
A CESE produz e também apoia a produção de publicações sobre temas relevantes que fortalecem sua missão, além de conteúdos oriundos das experiências do apoio a projetos, oficinas, seminários e rodas de diálogos que participa e promove.
Você pode acessar AQUI todo os conteúdos para download
Abaixo, destacamos as publicações temáticas de 2023:

Nesta publicação, temos a chance de olhar de perto um pequeno recorte da atuação, das conquistas e dos desafios das juventudes, do campo e da cidade, de diferentes territórios do Nordeste. O texto traz um registro das reflexões e aprendizados, de 15 organizações, compartilhados durante Encontro “Cá entre Nós: diálogos com juventudes do Nordeste na defesa de direitos”, realizado em 2023. A publicação contou com apoio de DKA Áustria Dreikönigsaktion – Hilfswerk der Katholischen Jungschar e com a colaboração da agência Pão para o Mundo (Brot für die Wel).

Lançada na 23a Campanha Primavera para a Vida 2023, em setembro, para inspirar as comunidades de fé a refletirem sobre um tema que relaciona fé, esperança e a nossa luta cotidiana por justiça e equidade. A publicação é uma ferramenta para discussão coletiva também com organismos ecumênicos, movimentos sociais e organizações populares. Os artigos foram assinados por representações das Igrejas que compõe a CESE e parceiros/as da organização.
A publicação contou com apoio da agência Pão para o Mundo (Brot für die Wel) e HEKS EPER.

Lançado pela CESE em agosto, a publicação “Racismo e Sistemas Agroalimentares”, de autoria de Fran Paula, debate o racismo ambiental no Cerrado. A sistematização traz um pouco do registro das reflexões e aprendizados compartilhados durante a vivência dos encontros, diálogos e trocas com organizações, movimentos e povos do Cerrado. Estas atividades foram realizadas com o apoio do Instituto Ibirapitanga, através da iniciativa de Enfrentamento ao Racismo e Defesa dos Sistemas Agroalimentares. O apoio possibilitou à CESE realizar atividades de formação, de modo virtual e presencial, além de suporte financeiro para projetos de diversos estados do Cerrado.
- Nossas lutas, nossos jeitos de lutar: experiências de organizações de mulheres do Nordeste na defesa de direitos e da democracia

Esta publicação traz, de perto, um pequeno recorte da atuação de organizações de mulheres do Nordeste, revelando potências, mas também lacunas e fragilidades. A publicação inclui um mapeamento que envolveu 61 organizações e experiências de atuação em três eixos centrais no Programa Doar para Transformar (Giving for Change), iniciativa apoiada pelo Ministério das Relações Exteriores dos Países Baixos.
VEJA O
QUE FALAM
SOBRE NÓS
A família CESE também faz parte do movimento indígena. Compartilhamos das mesmas dores e alegrias, mas principalmente de uma mesma missão. É por um causa que estamos aqui. Fico muito feliz de poder compartilhar dessa emoção de conhecer essa equipe. Que venham mais 50 anos, mais pessoas comprometidas com esse espírito de igualdade, amor e fraternidade.
A relação de cooperação entre a CESE e Movimento Pesqueiro é de longa data. O apoio político e financeiro torna possível chegarmos em várias comunidades pesqueiras no Brasil para que a gente se articule, faça formação política e nos organize enquanto movimento popular. Temos uma parceria de diálogos construtivos, compreensível, e queremos cada vez mais que a CESE caminhe junto conosco.
Há vários anos a CESE vem apoiando iniciativas nas comunidades quilombolas do Pará. A organização trouxe o empoderamento por meio da capacitação e formação para juventude quilombola; tem fortalecido também o empreendedorismo e agricultura familiar. Com o apoio da CESE e os cursos oferecidos na área de incidência política conseguimos realizar atividades que visibilizem o protagonismo das mulheres quilombolas. Tudo isso é muito importante para a garantia e a nossa permanência no território.
Eu acho extraordinário o trabalho da CESE, porque ela inaugurou outro tipo de ecumenismo. Não é algo que as igrejas discutem entre si, falam sobre suas doutrinas e chegam a uma convergência. A CESE faz um ecumenismo de serviço que é ecumenismo de missão, para servir aos pobres, servir seus direitos.
Eu preciso de recursos para fazer a luta. Somos descendentes de grupos muito criativos, africanos e indígenas. Somos na maioria compostos por mulheres. E a formação em Mobilização de Recursos promovida pela CESE acaba nos dando autonomia, se assim compartilharmos dentro do nosso território.
A CESE é a marca do ecumenismo na defesa de direitos. É serviço aos movimentos populares nas lutas por justiça. Parabéns à Diretoria e equipe da CESE pela persistência e compromisso, sempre renovado nesses cinquenta anos, de preservação da memória histórica na defesa da democracia em nosso país.
A relação de cooperação entre a CESE e Movimento Pesqueiro é de longa data. O apoio político e financeiro torna possível chegarmos em várias comunidades pesqueiras no Brasil para que a gente se articule, faça formação política e nos organize enquanto movimento popular. Temos uma parceria de diálogos construtivos, compreensível, e queremos cada vez mais que a CESE caminhe junto conosco.
Celebrar os 50 anos da CESE é reconhecer uma caminhada cristã dedicada a defesa dos direitos humanos em todas as suas dimensões, comprometida com os segmentos mais vulnerabilizados da população brasileira. E valorizar cada conquista alcançada em cada luta travada na busca da justiça, do direito e da paz. Fazer parte dessa caminhada é um privilégio e motivo de grande alegria poder mais uma vez nos regozijar: “Grande coisas fez o Senhor por nós, e por isso estamos alegres!” (Salmo 126.3)
Viva os 50 anos da CESE. Viva o ecumenismo que a organização traz para frente e esse diálogo intereclesial. É um momento muito especial porque a CESE defende direitos e traz o sujeito para maior visibilidade.
A CESE foi criada no ano mais violento da Ditadura Militar, quando se institucionalizou a tortura, se intensificaram as prisões arbitrárias, os assassinatos e os desaparecimentos de presos políticos. As igrejas tiveram a coragem de se reunir e criar uma instituição que pudesse ser um testemunho vivo da fé cristã no serviço ao povo brasileiro. Fico muito feliz que a CESE chegue aos 50 anos aperfeiçoando a sua maturidade.