PATAK MAYMU
O projeto “Patak Maymu: Autonomia e participação das mulheres indígenas da Amazônia e do Cerrado na defesa de seus direitos” tem como objetivo fortalecer a garantia dos direitos das mulheres indígenas e seus povos, incentivando seu protagonismo e de suas organizações, contribuindo para que elas sejam reconhecidas dentro e fora de suas comunidades, pelo movimento indígena e pela sociedade brasileira.
Patak Maymu significa A voz da Natureza, e tem duração de 36 meses. Nesse período, acontecerão atividades de formação, comunicação e apoio a projetos, buscando contemplar a diversidade das mulheres indígenas e organizações mistas, incluindo a juventude e indígenas no contexto urbano.
O projeto conta com a parceria da Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira – COIAB, União das Mulheres Indígenas da Amazônia Brasileira – UMIAB , Takiná -Organização de Mulheres Indígenas de Mato Grosso, Mulheres Indígenas Xakriabá, kuñangue Aty Guasu- A maior assembleia das Mulheres Guarani e Kaiowá de Mato Grosso do Sul e Fundo Indígena da Amazônia Brasileira – Podáali.
EIXOS DE ATUAÇÃO
Fortalecimento das capacidades de gestão das organizações e grupos de mulheres indígenas.Fortalecimento das capacidades para participação política nos espaços de articulação dos povos indígenas e da sociedade civil em geral. Fortalecimento das capacidades de comunicação, para dar maior visibilidade às contribuições sociais, políticas e culturais.
PÚBLICO
Organizações e grupos de mulheres indígenas, organizações indígenas mistas que incorporam dimensões de gênero; mulheres indígenas das comunidades que serão alcançadas pelas iniciativas dos grupos e organizações apoiadas; organizações do movimento indígena; organizações indigenistas, ambientalistas e de povos e comunidades tradicionais.
ABRANGÊNCIA
Mulheres indígenas dos biomas Amazônia e Cerrado, que atuam nos 11 estados de abrangência do projeto: Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Maranhão, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins, Mato Grosso do Sul e Minas Gerais, alcançadas pelas ações das organizações e grupos apoiados.
Rio de memórias
PATAK MAYMU
Patak Maymu: Autonomia e Participação das Mulheres Indígenas da Amazônia e do Cerrado na Defesa de seus Direitos é uma iniciativa da Coordenadoria Ecumênica de Serviço (CESE) com apoio da União Europeia, voltada ao fortalecimento do protagonismo das mulheres indígenas em seus territórios e na sociedade brasileira.
APOIO
Esse projeto é apoiado e financiado pela União Europeia. A Delegação da União Europeia no Brasil é uma das 146 missões diplomáticas da União Europeia em todo o mundo. Representa a União Europeia no Brasil e trabalha em estreita coordenação com as missões diplomáticas dos 25 Estados-Membros da UE acreditadas no país.
A Delegação no Brasil promove os valores e as políticas da União Europeia, representa a UE e os seus cidadãos e cria redes e parcerias. Ao dialogar com atores políticos, mídia, academia, empresas e sociedade civil, sensibiliza o público brasileiro para as questões e interesses da UE e promove a importância das relações entre a UE e o Brasil. Desenvolve igualmente a cooperação através de projetos e financiamentos.
PROJETOS APOIADOS
VÍDEOS
NOTÍCIAS DO PROJETO
FOTOS
Saiu na Mídia
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VEJA O
QUE FALAM
SOBRE NÓS
Celebrar os 50 anos da CESE é reconhecer uma caminhada cristã dedicada a defesa dos direitos humanos em todas as suas dimensões, comprometida com os segmentos mais vulnerabilizados da população brasileira. E valorizar cada conquista alcançada em cada luta travada na busca da justiça, do direito e da paz. Fazer parte dessa caminhada é um privilégio e motivo de grande alegria poder mais uma vez nos regozijar: “Grande coisas fez o Senhor por nós, e por isso estamos alegres!” (Salmo 126.3)
Eu preciso de recursos para fazer a luta. Somos descendentes de grupos muito criativos, africanos e indígenas. Somos na maioria compostos por mulheres. E a formação em Mobilização de Recursos promovida pela CESE acaba nos dando autonomia, se assim compartilharmos dentro do nosso território.
A luta antirracista é o grande mote das nossas ações que tem um dos principais objetivos o enfrentamento ao racismo religioso e a violência, que tem sido crescente no estado do Maranhão. Por tanto, a parceria com a CESE nos proporciona a construção de estratégias políticas e de ações em redes, nos apoia na articulação com parcerias que de fato promovam incidência nas políticas públicas, proposições institucionais de enfrentamento a esse racismo religioso que tem gerado muita violência. A CESE nos desafia na superação do racismo institucional, como o grande vetor de inviabilização e da violência contra as religiões de matrizes africanas.
Somos herdeiras do legado histórico de uma organização que há 50 anos dá testemunho de uma fé comprometida com o ecumenismo e a diaconia profética. Levar adiante esta missão é compromisso que assumimos com muita responsabilidade e consciência, pois vivemos em um país onde o mutirão pela justiça, pela paz e integridade da criação ainda é uma tarefa a se realizar.
Minha história com a CESE poderia ser traduzida em uma palavra: COMUNHÃO! A CESE é uma Família. Repito: uma Família! Nos dois mandatos que estive como presidente da CESE pude experimentar a vivência fraterna e gostosa de uma equipe tão diversificada em saberes, experiências de fé, histórias de vida, e tão unida pela harmonia criada pelo Espírito de Deus e pelo único desejo de SERVIR aos mais pobres e vulneráveis na conquista e defesa dos seus direitos fundamentais. Louvado seja Deus pelos 50 anos de COMUNHÃO e SERVIÇO da CESE! Gratidão por tudo e para sempre!
A relação de cooperação entre a CESE e Movimento Pesqueiro é de longa data. O apoio político e financeiro torna possível chegarmos em várias comunidades pesqueiras no Brasil para que a gente se articule, faça formação política e nos organize enquanto movimento popular. Temos uma parceria de diálogos construtivos, compreensível, e queremos cada vez mais que a CESE caminhe junto conosco.
Nós, do SOS Corpo, mantemos com a CESE uma parceria de longa data. Temos objetivos muito próximos, queremos fortalecer os movimentos sociais porque acreditamos que eles são sujeitos políticos de transformação. Seguiremos juntas. Um grande salve aos 50 anos. Longa vida à CESE
Quero muito agradecer pela parceria, pelo seu histórico de luta com os povos indígenas. Durante todo o tempo que fui coordenadora executiva da APIB e representante da COIAB e da Amazônia brasileira, nós tivemos o apoio da CESE para realizar nossas manifestações, nosso Acampamento Terra Livre, para as assembleias locais e regionais. Tudo isso foi muito importante para fortalecer o nosso protagonismo e movimento indígena do Brasil. Deixo meus parabéns pelos 50 anos e seguimos em luta.
A relação de cooperação entre a CESE e Movimento Pesqueiro é de longa data. O apoio político e financeiro torna possível chegarmos em várias comunidades pesqueiras no Brasil para que a gente se articule, faça formação política e nos organize enquanto movimento popular. Temos uma parceria de diálogos construtivos, compreensível, e queremos cada vez mais que a CESE caminhe junto conosco.
A família CESE também faz parte do movimento indígena. Compartilhamos das mesmas dores e alegrias, mas principalmente de uma mesma missão. É por um causa que estamos aqui. Fico muito feliz de poder compartilhar dessa emoção de conhecer essa equipe. Que venham mais 50 anos, mais pessoas comprometidas com esse espírito de igualdade, amor e fraternidade.