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Aliança de Igrejas Presbiterianas e Reformadas da América Latina manifesta solidariedade aos grevistas de fome
20 de agosto de 2018
A: Jaime Amorim, Fray Sergio, Rafaela Santos, Vilmar Pacífico, Zonália Santos,Luiz Gonzaga (Gegê)
Presente
Queridos hermanos que la gracia, la paz y la justicia de Dios esté con uds.
A través de nuestras hermanas y hermanos de vuestro país hemos recibido información directa de la huelga de hambre que uds están llevando a cabo desde hace ya más de dos semanas por la crítica situación que se está viviendo en el país. Sabemos de la solidaridad con las que los acompañan los distintos movimientos sociales de los cuales provienen y la justicia que buscan con vuestra acción.
Nos vemos imposibilitados de visitarlos personalmente pero queremos hacerles llegar desde la distancia nuestro abrazo cálido y solidario para uds. Compartimos la preocupación por la situación de vuestro país y la necesidad de una justicia independiente y no al servicio de poderes políticos y/o económicos. Una democracia que perde la independencia de poderes está destinada a perecer y a ser funcional a los intereses de los más poderosos y en perjuicio de las grandes mayorías y de la creación de Dios.
Valoramos vuestro esfuerzo y esperamos que sea el comienzo de un nuevo tiempo para el pueblo brasileño. Mientras tanto, queremos con estas breves líneas estar cerca de uds y esperamos que nuestras oraciones y solidaridad fortalezcan vuestro espíritu.
En cuanto a la situación del expresidente Luis Inacio Lula Da Silva acompañamos el pedido del Comité de Derechos Humanos de la ONU que ha solicitado al estado brasileño que “… “tome todas las medidas necessárias para permitir que Lula disfrute y ejerza sus derechos políticos como candidato a las elecciones presidenciales de 2018, desde la prisión, incluido el debido acceso a la prensa y a los integrantes de su partido político”.
Al mismo tiempo alentamos y animamos a nuestras iglesias a sensibilizarse con las situaciones críticas denunciadas por uds. y por la que atraviesan grandes mayorías en Brasil, a expresar su solidaridad y oración constante en la esperanza que nuestro buen Dios nos oriente en rumbo más humano, solidario y de justicia.
“Bienaventurados los que tienen hambre y sed de justicia, porque ellos serán saciados”. Mateo 5:6
Rev. Chris Ferguson
Secretario General
Rev. Darío Barolin
Secretario Ejecutivo
VEJA O
QUE FALAM
SOBRE NÓS
A relação de cooperação entre a CESE e Movimento Pesqueiro é de longa data. O apoio político e financeiro torna possível chegarmos em várias comunidades pesqueiras no Brasil para que a gente se articule, faça formação política e nos organize enquanto movimento popular. Temos uma parceria de diálogos construtivos, compreensível, e queremos cada vez mais que a CESE caminhe junto conosco.
A CESE é a marca do ecumenismo na defesa de direitos. É serviço aos movimentos populares nas lutas por justiça. Parabéns à Diretoria e equipe da CESE pela persistência e compromisso, sempre renovado nesses cinquenta anos, de preservação da memória histórica na defesa da democracia em nosso país.
A luta antirracista é o grande mote das nossas ações que tem um dos principais objetivos o enfrentamento ao racismo religioso e a violência, que tem sido crescente no estado do Maranhão. Por tanto, a parceria com a CESE nos proporciona a construção de estratégias políticas e de ações em redes, nos apoia na articulação com parcerias que de fato promovam incidência nas políticas públicas, proposições institucionais de enfrentamento a esse racismo religioso que tem gerado muita violência. A CESE nos desafia na superação do racismo institucional, como o grande vetor de inviabilização e da violência contra as religiões de matrizes africanas.
Quero muito agradecer pela parceria, pelo seu histórico de luta com os povos indígenas. Durante todo o tempo que fui coordenadora executiva da APIB e representante da COIAB e da Amazônia brasileira, nós tivemos o apoio da CESE para realizar nossas manifestações, nosso Acampamento Terra Livre, para as assembleias locais e regionais. Tudo isso foi muito importante para fortalecer o nosso protagonismo e movimento indígena do Brasil. Deixo meus parabéns pelos 50 anos e seguimos em luta.
Eu acho extraordinário o trabalho da CESE, porque ela inaugurou outro tipo de ecumenismo. Não é algo que as igrejas discutem entre si, falam sobre suas doutrinas e chegam a uma convergência. A CESE faz um ecumenismo de serviço que é ecumenismo de missão, para servir aos pobres, servir seus direitos.
Parabéns à CESE pela resistência, pela forte ancestralidade, pelo fortalecimento e proteção aos povos quilombolas. Onde a política pública não chega, a CESE chega para amenizar os impactos e viabilizar a permanência das pessoas, das comunidades. Que isso seja cada vez mais potente, mais presente e que a gente encontre, junto à CESE, cada vez mais motivos para resistir e esperançar.
A CESE não está com a gente só subsidiando, mas estimulando e fortalecendo. São cinquenta anos possibilitando que as ditas minorias gritem; intervindo realmente para que a gente transforme esse país em um lugar mais igualitário e fraterno, em que a gente possa viver como nos quilombos: comunidades circulares, que cabe todo mundo, respirando liberdade e esperança. Parabéns, CESE. Axé e luz para nós!
Nós, do SOS Corpo, mantemos com a CESE uma parceria de longa data. Temos objetivos muito próximos, queremos fortalecer os movimentos sociais porque acreditamos que eles são sujeitos políticos de transformação. Seguiremos juntas. Um grande salve aos 50 anos. Longa vida à CESE
Conheço a CESE desde 1990, através da Federação de Órgãos para Assistência Social (FASE) no apoio a grupos de juventude e de mulheres. Nesse sentido, foi uma organização absolutamente importante. E hoje, na função de diretor do Programa País da Heks no Brasil, poder apoiar os projetos da CESE é uma satisfação muito grande e um investimento que tenho certeza que é um dos melhores.
Eu preciso de recursos para fazer a luta. Somos descendentes de grupos muito criativos, africanos e indígenas. Somos na maioria compostos por mulheres. E a formação em Mobilização de Recursos promovida pela CESE acaba nos dando autonomia, se assim compartilharmos dentro do nosso território.