NOSSO TIME
Somos diferentes entre nós, mas unidos por um propósito maior: fortalecer quem luta por direitos. Defender pessoas oprimidas (Sl 82:3) e ser voz de quem não têm voz (Pv 31:8-9) é o que nos move.
DIRETORIA INSTITUCIONAL
Presidenta
Sra. Anita Sue Wright Torres (IPU)
Vice Presidente
Pastor Renato Küntzer (IECLB)
Primeira Secretária
Sra. Gilvaneide José dos Santos (ABB)
Segundo Secretário
Padre Marcus Barbosa Guimarães (ICAR/CNBB)
Primeiro Tesoureiro
Bispo João Câncio Peixoto Filho (IEAB)
Segunda Tesoureira
Presbítera Eleni Rodrigues Mender Rangel (IPIB)
CONSELHO FISCAL
Conselho Fiscal
Pastor Sidney Retz (IECLB)
Conselho Fiscal
Bispa Magda Guedes Pereira (IEAB)
Conselho Fiscal
Pastora Camila Leite Oliver (ABB)
Conselho Fiscal (Suplente)
Sra. Maria Della Giustina
EQUIPE EXECUTIVA
DIREÇÃO EXECUTIVA
Sônia Gomes Mota
SECRETARIA GERAL
Ester Borges
Tamires Ventura
Antônia Soares
ECUMENISMO E DIÁLOGO INTER-RELIGIOSO
Bianca Daébs
SETOR DE COMUNICAÇÃO
Coordenação
Patrícia Gordano
Marília Pinto
SETOR DE PROJETOS E FORMAÇÃO
Coordenação
Marcella Gomez
Dimas Galvão
Olga Matos
Rosana Fernandes
Vanessa Pugliesi
Vinicius Benites
Carlos Eduardo Chaves
Lucyvanda Moura
Tifane Araújo
Rochele Fiorini
Bianca Daébs
SECRETARIA DE PROJETOS
Juçara Ferreira
Lúcia Ferreira
SETOR ADMINISTRATIVO E FINANCEIRO
Coordenação
Daniel Musse Pereira
Gilberto Oliveira
Gael Ferreira
Antônio Pereira
César Augusto Ferreira dos Santos
Renato Rebouças
Débora Carvalho Ferreira
Kátia Castilho
Edijane Silva
Eraldo Café Lessa
Antônio Carlos Souza
Mônica Sanches
Darlan Oliveira
Vitor Deiró
PROGRAMA
DE PEQUENOS
PROJETOS
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VEJA O
QUE FALAM
SOBRE NÓS
Conheço a CESE desde 1990, através da Federação de Órgãos para Assistência Social (FASE) no apoio a grupos de juventude e de mulheres. Nesse sentido, foi uma organização absolutamente importante. E hoje, na função de diretor do Programa País da Heks no Brasil, poder apoiar os projetos da CESE é uma satisfação muito grande e um investimento que tenho certeza que é um dos melhores.
Parabéns à CESE pela resistência, pela forte ancestralidade, pelo fortalecimento e proteção aos povos quilombolas. Onde a política pública não chega, a CESE chega para amenizar os impactos e viabilizar a permanência das pessoas, das comunidades. Que isso seja cada vez mais potente, mais presente e que a gente encontre, junto à CESE, cada vez mais motivos para resistir e esperançar.
Quero muito agradecer pela parceria, pelo seu histórico de luta com os povos indígenas. Durante todo o tempo que fui coordenadora executiva da APIB e representante da COIAB e da Amazônia brasileira, nós tivemos o apoio da CESE para realizar nossas manifestações, nosso Acampamento Terra Livre, para as assembleias locais e regionais. Tudo isso foi muito importante para fortalecer o nosso protagonismo e movimento indígena do Brasil. Deixo meus parabéns pelos 50 anos e seguimos em luta.
Comecei a aproximação com a organização pelo interesse em aprender com fundo de pequenos projetos. Sempre tivemos na CESE uma referência importante de uma instituição que estava à frente, na vanguarda, fazendo esse tipo de apoio com os grupos, desde antes de outras iniciativas existirem. E depois tive oportunidade de participar de outras ações para discutir o cenário político e também sobre as prioridades no campo socioambiental. Sempre foi uma troca muito forte.
A CESE foi criada no ano mais violento da Ditadura Militar, quando se institucionalizou a tortura, se intensificaram as prisões arbitrárias, os assassinatos e os desaparecimentos de presos políticos. As igrejas tiveram a coragem de se reunir e criar uma instituição que pudesse ser um testemunho vivo da fé cristã no serviço ao povo brasileiro. Fico muito feliz que a CESE chegue aos 50 anos aperfeiçoando a sua maturidade.
A gente tem uma associação do meu povo, Karipuna, na Terra Indígena Uaçá. Por muito tempo a nossa organização ficou inadimplente, sem poder atuar com nosso povo. Mas, conseguimos acessar o recurso da CESE para fortalecer organização indígena e estruturar a associação e reorganizá-la. Hoje orgulhosamente e muito emocionada digo que fazemos a Assembleia do Povo Karipuna realizada por nós indígenas, gerindo nosso próprio recurso. Atualmente temos uma diretoria toda indígena, conseguimos captar recursos e acessar outros projetos. E isso tudo só foi possível por causa da parceria com a CESE.
Eu preciso de recursos para fazer a luta. Somos descendentes de grupos muito criativos, africanos e indígenas. Somos na maioria compostos por mulheres. E a formação em Mobilização de Recursos promovida pela CESE acaba nos dando autonomia, se assim compartilharmos dentro do nosso território.
A CESE não está com a gente só subsidiando, mas estimulando e fortalecendo. São cinquenta anos possibilitando que as ditas minorias gritem; intervindo realmente para que a gente transforme esse país em um lugar mais igualitário e fraterno, em que a gente possa viver como nos quilombos: comunidades circulares, que cabe todo mundo, respirando liberdade e esperança. Parabéns, CESE. Axé e luz para nós!
Minha história com a CESE poderia ser traduzida em uma palavra: COMUNHÃO! A CESE é uma Família. Repito: uma Família! Nos dois mandatos que estive como presidente da CESE pude experimentar a vivência fraterna e gostosa de uma equipe tão diversificada em saberes, experiências de fé, histórias de vida, e tão unida pela harmonia criada pelo Espírito de Deus e pelo único desejo de SERVIR aos mais pobres e vulneráveis na conquista e defesa dos seus direitos fundamentais. Louvado seja Deus pelos 50 anos de COMUNHÃO e SERVIÇO da CESE! Gratidão por tudo e para sempre!
Celebrar os 50 anos da CESE é reconhecer uma caminhada cristã dedicada a defesa dos direitos humanos em todas as suas dimensões, comprometida com os segmentos mais vulnerabilizados da população brasileira. E valorizar cada conquista alcançada em cada luta travada na busca da justiça, do direito e da paz. Fazer parte dessa caminhada é um privilégio e motivo de grande alegria poder mais uma vez nos regozijar: “Grande coisas fez o Senhor por nós, e por isso estamos alegres!” (Salmo 126.3)